6 Razões para fazer o Food Reset

01/04/2019

Já falei sobre o estar perdido no “labirinto da jungle of food”. Não sabemos o que faz bem nem o que faz mal, o que é bom para isto ou para aquilo, e sobretudo estamos profundamente enraizados no conceito de excesso de calorias. Este, por sua vez, levou à banal classificação dos alimentos em: os que engordam e os que não engordam.

Se fosse tão simples assim, todas as dietas funcionariam e tudo seria muito fácil. Mas não, a maior parte delas revela-se yô-yô e muito difíceis de cumprir devido às extremas restrições.

 

A questão é que o problema não se resume só ao facto de engordarmos ou não, ou de fazer ou não fazer uma dieta. Porque o engordar é já de si uma consequência de um organismo desequilibrado com um metabolismo também desequilibrado.

E mais cedo ou mais tarde todos acabamos por ter sintomas (a que chamamos doenças) e que não são só o eventual engordar. Acne, artrite e/ou dores articulares, alguma celulite, dores de cabeça recorrentes, indigestões frequentes, refluxo gástrico, prisão de ventre, miomas uterinos, anemia, falta de vitamina B, herpes labial, fadiga constante, insónias, constipações….

Soa-vos familiar? Provavelmente sim, mas que pensar quando, como que do nada, aparece, por exemplo, hipotiroidismo, princípio de fibromialgia, um basalioma, e até uma “capsulite adesiva”? Aí as coisas complicam-se. Já não soam tão familiares e a preocupação surge. Procura-se médicos, fazem-se exames, toma-se remédios e, em casos mais drásticos, as cirurgias são inevitáveis.

E a resposta é invariavelmente a mesma…a idade e a herança genética! Nada a fazer!

Sim, a idade contribui, mas muito no sentido de que, com o tempo, a nossa genética vai perdendo capacidade auto-regeneração. Então:

 

  • Como se atrasa essa perda de capacidade de auto-regeneração? Mantendo um sistema imunitário eficaz!

  • Como se mantém um sistema imunitário eficaz? Criando condições para manter os níveis de vitalidade altos!

  • Como se mantém os níveis de vitalidade altos? Providenciando o “combustível” certo, i.e., reformulando a Alimentação!

 

O que significa reformular a Alimentação? É nisso que consiste um Food Reset:

 

Deixar de consumir alimentos com excesso de açúcar, refinados, processados, artificiais, com aditivos, e substituí-los pelos seus equivalentes saudáveis, naturais, integrais, verdadeiros e vivos.

 

O Food Reset é um processo contínuo, diário, e durante a primeira fase, que pode ir até mais ou menos 3 meses, requer muito empenho e atenção. Mas aqui ficam 6 razões para o fazer:

 

  1. Com o diagnóstico inicial fica a perceber qual o seu nível de “intoxicação” actual, ou seja, que tipo de alimentos consome que não deveria consumir.

  2. Deixando de ingerir esses alimentos, iniciará a fase de libertação de toxinas (desintoxicação), preparando o seu organismo para receber “bons” alimentos.

  3. Com o descodificador de rótulos, deixará de se sentir pedido no labiríntico mundo dos supermercados, e fará melhores escolhas.

  4. Perderá peso, “desinchará”, diminuirão as dores articulares, entre tantos outros sintomas.

  5. Passará a ter o seu bem-estar “nas suas mãos”, e passo a passo conseguirá ter sem esforço o controlo da sua alimentação.

  6. Sentirá a sua vitalidade e imunidade de volta ou reforçadas.

 

Não hesite…”reset your life by resetting your food” ! Siga-nos e vá descobrindo como e porquê !

 

 

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